segunda-feira, 3 de setembro de 2012

IX Encuentro de Directores y VIII de Docentes de Bibliotecología y Ciencias de la Información del MERCOSUL

Áreas temáticas: Área temática 1 Fundamentos Teóricos de la Bibliotecología y Ciencia de la Información. Área temática 2 Organización y Tratamiento de la Información. Área temática 3 Recursos y Servicios de la Información. Área temática 4 Gestión de la Información. (De acuerdo a lo resuelto oportunamente por los Encuentros de Directores y Docentes, los trabajos de Tecnologías de la Información e Investigación en Bibliotecología y Ciencia de la Información son espacios transversales que permean a todas las áreas.) Información General Antecedentes del Evento En el año 1995 por iniciativa de la Escuela Universitaria de Bibliotecología de la Universidad de la República, se crea la Asociación de Escuelas de Bibliotecología del Cono Sur (ASEBICS). Ver más. Presentación de Ponencias Ya están disponibles las normas para la presentación de ponencias y el formulario para la entrega. Ver más. Inscripción al Evento Ya está disponible el formulario para inscribirse y poder participar del Encuentro. http://rbm.eubca.edu.uy/inscripcion. Comunicados Están disponibles los comunicados que se han enviado en el proceso de organización de los encuentros. Ver más. Fechas Importantes Plazo para Presentación de Ponencias: 03/9/2012 Plazo para Inscripciones con Descuento: 31/8/2012 Comienzo del Evento: 03/10/2012 Fin del Evento y Entrega de Certificados: 05/10/2012. Buscar

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Curso: "Como Pesquisar o órgão produtor e sua tipologia documental

Nos dias 26 e 27 de julho de 2012 fiz a oficina "Como pesquisa o órgão produtor e sua tipologia documental", com a Profa. Ana Célia Rodrigues, no Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. O curso versou sobre a arquivísitca e a pesquisa científica, da natureza da atividade investigativa do arquivista e da necessidade de normalização dos procedimentos arquivísticos. Neste momento, a professora falou que o arquivista é um profissional pesquisador, por excelência. Dentro dos documentos há uma informação que é arquivística. Essa infromação pode ser: ostensiva (aberta), secreta ou reservada. Diplomática é uma disciplina do século XVII e seus princípios são válidos até hoje. Ela usa a identificação para reconhecer os documentos. Depois foi criado um grupo de trabalho para identificar documentos. Surge no contexto da da guerra da igreja. Nasceu dentro do Direito Patrimonial e depois passa a ser não apenas uma ciência em si, mas uma ciência auxiliar da História. A série documental é objeto da arquivística e é parte da estrutura documental. Os estudos das tipologias documentais devem ser feitos dentro do órgão produtor. O arquivista não pode sair alterando tudo. A identificação é a primeira fase do procedimento arquivístico. Fase do tratamento arquivístico que consiste na investigação e sistematização das categorias administrativas e arquivísticas em que se sustenta a estrutura de um fundo (DICIONÁRIO DE TERMINOLOGIA ARQUIVÍSITCA, 1993). Com a lei de acesso à informação se tornou necessário inserir no formulário o grau de sigilo dos documentos. Do órgão produtor, depois se gera o plano de classificação, depois a tabela de temporalidade. A identificação é onde se pesquisa o órgão produtor. O primeiro instrumento que o arquivo tem que fazer é o inventário, descrever as séries. Nem todas as séries documentais merecem ser catalogadas. "O arquivista é um investigador por ofício, mas não um investigadr de qualquer assunto" (Pedro López Gomez, 1998). Dentre outras discussões, estas foram as que mais conseguimos extrair dos dois dias de curso. Claro que não dão conta de toda a realidade arquivística, uma vez que este é um curso de quatro anos em nível de graduação.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

XVII Congresso Brasileiro de Arquivologia- 5° dia.

Dia da apresentação do meu trabalho. A semana parece ter servido para me deixar em crise identitária com tantos prós e contras, com tantos partidários e tantos opositores em relação à Biblioteconomia. Estava a cada dia parecendo mais um campo minado e o pior, eu ia falar de aproximar as áreas de conhecimentos: Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia. Uma coisa é certa: eles defendem a ideia de a Arquivologia ser uma ciência ela mesma e não precisar do suporte da Ciência da Informação; por outro lado, não se pode constituir como campo científico de forma isolada, daí a necessidade de ela se aproximar das pesquisas do campo da Ciência da Informação, que já nasceu ciência.
Pois breve, fui somente a tarde mesmo. Assisti alguns trabalhos anteriores ao meu que se intitulava: “A aplicação do princípio de proveniência no Brasil”; “Rio Grande e seus espaços de memória: a construção do guia de acervos documentais da cidade do Rio Grande” e “Tratamento técnico como forma de preservação do patrimônio arquivístico do estado do Pará”. Todos discussões bem interessantes, mas a maioria estudos de casos, não epistemológicos. O meu ia mais na linha da epistemologia, desse terreno tão minado e pedregoso que são as Ciências da Informação. Meu trabalho se intitulava: “Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia: aproximações e afastamentos nas diretrizes do MEC”.
Num primeiro momento, mas no último também, caras retorcidas como se eu estivesse falando uma coisa do outro mundo. Até comentários de “quem ela pensa que é para falar isso” se escutava nos corredores. Outros apenas se calaram, mas, discutir, que é bom, ninguém buscou. Fico pensando que a Biblioteconomia/Ciência da Informação é muito mais “democrática”, busca muito mais congregar do que separar. E não falo isso porque sou da área da Biblioteconomia e da Ciência da Informação, mas porque foi o fato vivenciado.
Querem um exemplo? Conheci uma colga que terminou Biblioteconomia, e que faz Arquivologia em uma das universidades do Rio de Janeiro, chegou no congresso com uma blusa da Biblioteconomia. Resultado: as pessoas ficavam perguntando porque ela tinha ido com aquela blusa… tamanha infantilidade. O mais engraçado é que até o pessoal que terminou “Astrofísica do Planeta Marte” está trabalhando nos arquivos, até porque “é só dar um treinamento mesmo” (fala que escutei de uma pessoa que trabalha em arquivo público e que não é Bacharel em Arquivologia), mas quando se fala de aproximar com a área da Biblioteconomia é como se tivesse se falando do Armagedon…
É isso gente. espero que tenham gostado. Ainda se tem muito a discutir.
Hoje saí um pouco com uma colega do congresso, mas estava deveras cansada; preferi voltar cedo pra casa e atualizar o blog. Até o próximo post (os quais serão com as fotos do congresso).

XVII Congresso Brasileiro de Arquivologia- 4° dia.

Hoje, acordei não tão cedo. Já estou ficando cansada. Gostaria que as discussões avançassem mais, ou pelo menos além da defesa territorial das áreas de conhecimentos. Na realidade, estou me sentindo em plena Idade Média, com cada senhor feudal defendendo seu feudo. Pena que a defesa se faz apenas em relação à Biblioteconomia, pois, nos arquivos, trabalham todos os tipos de profissionais, dos veterinários aos astrofísicos, menos arquivistas; salvo algumas exceções. Na realidade, no primeiro dia do encontro, vi uma Socióloga, que trabalha em determinado arquivo, e afirmou que “não precisa ser formado em Arquivologia para trabalhar em Arquivo, basta apenas um treinamento que a gente faz o trabalho”.
Em relação a esses profissionais parece não se fazer nada; pelo contrário, quer apenas que eles paguem a anuidade. Na realidade, parece ser o que interessa mesmo. Desde que não seja bibliotecário, pode-se trabalhar em arquivos. Mas, breve.Como disse um dos palestrantes, realmente, a Biblioteconomia sabe como fazer, até lei para que em cada escola tenha uma biblioteca e nela um bibliotecário eles conseguiram! Ponto pra nós (risos).
A primeira palestra assistida intitulava-se “Preservação e acesso da informação arquivística no Brasil contemporâneo: da produção de conhecimento à sua implementação”, do Prof. Sérgio Conde de Albite Silva (UFRJ). Nesta palestra, a questão central girou em torno das seguintes perguntas: “os estudos da Arquivologia interessam? O que as instituições arquivísticas precisam?” Um norte da resposta seria que a preservação e o acesso aos arquivos está condicionado ao diálogo entre a universidade e as instituições arquivísticas.
Criamos o primeiro Curso de Mestrado Profissional em Arquivologiaque tem por objetivo formar mestres qualificados em instituições de arquivo, atendendo à necessidade social.
Um congresso é um lugar de correr riscos e tentar mudar. As pesquisas têm que ser produzidas em maior quantidade e qualidade, mas deve-se também revisar as pesquisas já feitas. Há muito mais coisas que nos aproxima do que nos separa.
Já a professora Míriam Paula Manini, da Universidade de Brasília, palestrou sobre “As ações de preservação nos arquivos e o ensino de preservação nas universidades”, e abordou o ensino de preservação na UNB, que está na discplina de “Conservação e Restauração de Acervos”. É uma disciplina obrigatória também para o Curso de Museologia, mas não para a Biblioteconomia. Nesta disciplina também se tem estudantes de outros cursos, tais como de História, Sociologia, Artes Plásticas e Comunicação (além de Medicina, Turismo e Ciências Contábeis). A disciplina visa a fomentar a criatividade e o lúdico. Utiliza recursos didáticos como tv, som, etc. Tem aulas expositivas, aulas técnicas de prática de acondicionamento de acervo. Palestras de especialistas convidados e viagens de estudo. Exibição de filmes, datashow, internet combinando com aulas nas redes sociais, as quais têm sido prolíficas. Temos aulas armazenadas no facebook. As TICs, as transformações das relações conduzem a novas concepções metodológicas na academia e o educador é o ampliador do debate.
A UNESCO aponta para quatro competências básicas: aprender a ser, a conviver, a fazer, a aprender e a conhecer. Imaginação e ciência são complementares. No século XXI não se pode separar cultura científica da cultura das humanidades. Os educadores têm que reinventar os processos. A palavra de ação para a educação é a criatividade e isso tem que ser feito dentro da interdisciplinaridade, que, quando bem sucedida, se torna transdisciplinaridade. Tem que se conhecer a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade. A interdisciplinaridade está dentro da proposta de redesenho curricular da UNB, que enfoca na transdisciplinaridade, baseada em Darcy Ribeiro.
O que fazer em sala de aula com o assédio das TICs? O educador precisa ser um hipertexto, pois hoje os alunos estão em sala de aula conectados na rede. Se é para a transdisciplinaridade que se caminha, pode-se caminhar para essa fase reunindo a tecnologia, a qual potencializará o ensino e a transdisciplinaridade real é sólida integração entre os estudantes.

Depois destas palestras resolvi ir à Biblioteca Nacional e conhecer seus arredores. Chegando lá participei da visita guiada junto com uma colega do congresso que é arquivista da UFAM. Depois, conheci um grupo e fomos a alguns lugares da cidade, dentre eles, a Confeitaria Colombo, a qual é, realmente, maravilhosa. Vale a pena. Na realidade, fui com uma colega da UEL e quem nos levou lá foi um contemrrâneo e nos conhecemos, os três, ali, na entrada da BN. Foi uma tarde maravilhosa. Depois da Confeitaria Colombo, Lidiane e eu fomos ao Teatro Glauce Rocha, onde estava tendo uma exposição sobre Nelson Rodrigues; depois fomos ao Centro Cultural da Justiça, onde estava tendo uma exposição "É o bicho na cabeça: geleia da rocinha"; e, no mesmo local, assistimos a peça Matamouros e a exposição "Capturas" de René Machado.

XVII Congresso Brasileiro de Arquivologia- 3° dia.

Hoje, 20 de junho de 2012, foi o terceiro dia do Congresso Brasileiro de Arquivologia. Tivemos várias palestras interessantes, mas gostaria de me deter em quatro palestras especificamente, pois foram as que eu considerei (com a minha arbitraríssima classificação) com as que tiveram as discussões mais instigantes para os profissionais da informação de uma maneira geral: bibliotecários, arquivistas e museólogos.
A primeira se intitulava Progress is the Law of Life: creating a Strategic Vision for Records and Archives Management e foi proferida pela arquivista Laura Millar, mestre e doutora em Arquivologia e consultora em Gestão de Documentos e em Educação Arquivística, no Canadá. Iniciou sua conferência afirmando que “o progresso é a lei da vida” e perguntando: “Por que mudar?” Responde afirmando que é necessário mudar a fim de consertar algo que não funciona mais. Então, pergunta: queremos mudar os arquivos porque não funcionam mais?”
A resposta a esta indagação é negativa, haja vista que ainda se está comprando caixas de arquivo e essas instituições ainda não quebraram. No entanto, as instituições arquivísticas devem mudar porque os cavalos ainda funcionam, os telefones antigos fazem o que devem fazer; todavia, eles não atendem nossas necessidades de hoje. As instituições ainda estão obsoletas… mas, qual o problema? O problema é que as instituições foram criadas para a maneira analógica, mas os arquivos agora são digitais. A essência do nosso trabalho é adquirir documentos e tornar acessíveis os documentos. Os arquivos podem continuar fazendo o que estão fazendo, mas podem cair em obsolescência real.
O Arquivo Nacional da Austrália tem mais de quarenta mil itens; a Library of Congress tem bem mais. Hoje vários recursos documentários são postos nas redes sociais e os arquivistas não estão sozinhos na era digital, pois também enfrentam outras indústrias de informação e de comuni9cação, como por exemplo, os correios. O correio americano está quase em colapso; a indústria do livro está em decadência por causa dos e-books, Kindles, Ipads, etc. Ou seja, estamos numa revolução muito maior que a da imprensa por Gutenberg. Muitos dos defensores do livro impresso dá a impressão de que não entendem o mundo fora da sua janela. Com relação aos arquivistas não se terá progresso na profissão se não se transformarem. No entanto, as mudanças não devem ser apenas nas instituições, mas sobretudo, nos serviços dos arquivistas. Como preservar e fazer acessível a memória documentária da sociedade? A cosnciência que deve se ter é que os materiais de arquivo são o componente crítico da identidade coletiva da sociedade.
O volume da informação digital invalida o modelo existente. Temos que olhar a estrutura das instituições. Hoje, as pessoas também precisam preservar seus próprios documentos. O mundo não precisa de arquivo, mas de arquivistas mais do que nunca e as necessidade que se tem são: 1) Redefinir os arquivos em termos de prestação de contas; 2) Identificar a responsabilização do arquivo: o arquivo tem que garantir a responsabilidade pública; 3) Reimaginar a estrutura física dos arquivos: dígitos não tem que respeitar alvenaria. Os repositórios digitais têm que ser apoiados. Não precisamos ficar construindo diferentes tecnologias para diferentes instituições de arquivo. Ainda precisamos ter os documentos analógicos. 4) Reinventar o papel dos arquivistas: tem que melhorar o papel do arquivista como facilitador do acesso aos registros, ou seja, ele deve preservar a sociedade, a memória da sociedade e não a instituição. E quanto mais há redes sociais, mas há a necessidade de arquivos.
Na realidade, vejo outro papel para o arquivista, ou seja, ele deve proteger o arquivo para encorajar a sociedade a ver a importância da memória, a saber, seu papel é garantir a preservação dos documentos.
O próximo palestrante foi o Prof. José Maria Jardim, da UNIRIO, cuja palestra se intitulava: Os arquivos públicos brasileiros vinte anos após a Lei 8.159: cenários e perspectivas. A lei a que o professor se refere é a Lei n° 8.159/1991, mais conhecida como Lei do Arquivo. Nesta palestra ele citou várias leis oriundas da Lei do Arquivo, quais sejam: Santa Catarina- Decreto n°3427, de 9 de março de 1993, a qual trata da criação do Sistema Estadual de Arquivos; Minas Gerais- Lei 12.040, de 28 de dezembro de 1995, que trata da distribuiçao de parcela dos ICMS; Rio Grande do Norte: Decreto 12.924, de 20 de março de 1996, o qual reestrutura o sistema nacional de arquivos e a do Distrito Federal, a Lei n° 2.545, de 28 de março de 2000, dispõe sobre a produção dos documentos dos arquivos públicos. Já em MG o  Decreto n° 39.504, de 24 de março de 1997 dispõe sobre a criação do Conselho Nacional de Arquivos e dá outras providências.
Portanto, as questões que foram colocadas foram sobre os novos documentos, as novas formas de processamento e difusão de informação e falou-se sobre o ambicioso projeto brasileiro de abrir os arquivos governamentais. Nesse sentido, o palestrante afrima que no Brasil há uma modernização sem modernidade e os arquivos estão nessa zona de contradição.
A Lei do Arquivo criou uma expectativa muito grande no sentido da ampliação da criação de leis de Arquivos Estaduais, mas apenas 10 estados da federação tem leis em relação ao arquivo. O impacto nos estados nesses vinte anos foi muito pequeno.  As leis municipais que existem sobre o arquivo são nas cidades de Belo Horizonte, Indaiatuba, São José dos Campos e Rio de Janeiro.
Em alguns glossários de Arquivologia o termo arquivo é um termo naturalizado, mas carece de maior densidade. A instituição arquivística seria conceituada como forma de custódia de documentos. As instituições arquivísticas são vistas de formareduzida, mas nos últimos 20 anos, com a Internet, há a ideia de uma ênfase pós-custodial, na era pós-custodial e os arquivos se expandem. Parece ainda prematuro afirmar que já exista um modelo de instituição arquivística consolidado na era pós-custodial. Portanto, estamos atrasados em relação à Lei de Arquivo e a Lei de Acesso à Informação.
A última palestra de hoje intitulou-se “Estado, Arquivos e Sociedade no Brasil: a democracia ainda está a caminho”, proferida por Paulo Roberto Elian dos Santos, vice-diretor da casa Oswaldo Cruz/Fundação Oswaldo Cruz. Nesta palestra ele afirmou que não era possível entender os arquivos sem entender a organização do Estado. Como podem as instituições arquivísticas atuar em ponto de destaque no Estado? Deve ser meta: maiores níveis de profissionalização dos arquivistas. Os arquivistas devem buscar as políticas públicas, romper a visão e a lógica predominante da trivialidade no tratamento e no acesso aos documentos. Deve-se, portanto, buscar a valorização dos processos de comunicação com a sociedade e os usuários. Há necessidade de pesquisas sobre a representação social dos arquivos.
O resumo das palestras foi esse, no entanto, hoje visitei o Real Gabinete de Leitura (indicação de Lani Lucas), porém as instiuições públicas fecharão até domingo devido ao Rio+20.

XVII Congresso Brasileiro de Arquivologia- Resumo 2° dia- 19/06

Hoje, 19/06/2012 comecei a acostumar-me com a dinâmica do Rio de Janeiro. Estar um pouco distante (a 20 minutos) do local do evento tem suas vantagens, pois a gente acaba se aventurando e, para quem mora em São Paulo, tudo até parece mais perto e tranquilo. Agora, é só pegar o mapa da cidade e do metrô que chego em qualquer lugar! Sem dificuldade alguma desde ontem fazendo tudo sozinha.
Hoje participei do Seminário de Documentos Eletrônicos. A primeira fala foi do Diretor de Tecnologia e Informação do Arquivo Nacional do Reino Unido, david Thomas, cujo título da palestra era: New universes or black holes? Does digital change anything? A palestra tratou da preservação digital a partir da Biblioteca Britânica. Afirmou que a informação do disco de um computador deve ter vida curta e o desafio dos arquivistas é lidar com a velocidade. Por exemplo, daqui a cem anos um CD-ROM talvez não seja mais rodado. O palestrante pergunta: como a Library of Congress pode preservar seus documentos?
O que está em jogo são as perdas de dados, transmissão de ideias e conhecimentos. Deve-se desafiar a visão tradicional de preservação, pois, é a partir dela, que os governos criam vários volumes de informação que podem se perder. Portanto, o palestrante indaga: “De onde vêm os registros digitais?” Sua resposta afrima que vem dos arquivos de web sites. Esses arquivos da Internet têm 15 bilhões de quiometros de extensão e estamos rumo a uma era negra de armazenamento de arquivos. Os Arquivo Nacional da Biblioteca Britânica, todos os seus registros de papel foram digitalizados. O custo do armazenamento do papel foi muito grande e o registro digital auxilia na preservação.
Mas, quais são os motivos para digitalizar? Em primeiro lugar, porque temos empresas que visam ao lucro e esses registros são importantes, portanto, temos que pensar na digitalização em escala mundial. Temos a capitalização de vários arquivos, que são feitos considerando os assinantes de várias bibliotecas. Web Sites de histórias familiares, além de editoras como a Proquest que digitalizam seus próprios arquivos para preservação.
Além disso, existem os arquivos que já nascem digitais, como, por exemplo, os registros das bombas de Londres em 2005. Há várias listas de registros digitalizados na Grã-Bretanha: jogos olímpicos, domésticos, nacionais, etc. Todavia, a informação digital pode durar para sempre, ou, por cinco anos. A padronização oferecida pela Microsoft ou Unix são boas, mas podem ser perigosas para a preservação. Os poucos espaços de registros da web, na verdade, é a preservação de materiais que podem ser perdidos no futuro. Quais são os riscos da continuidade digital: 1) perdas de dados ao se transferir de um sistema ao outro; 2) problemas de datas, pois mudam não preservando a data original, etc.
A segunda palestra do dia foi do Prof. Luiz Fernando Sayão, da ComissãoNacional de Energia Nuclear e Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos e intitulava-se Repositórios Digitais: interoperabilidade, confiabilidade, curadoria e acesso. Nesta palestra, o professor afirmou que a tecnologia digital tem o potencial de tornar as obras culturais, artísticas e científicas significantes para a humanidade e, permanentemente preservadas e acessíveis para milhões de pessoas. Portanto, a agenda deste momento é: 1) a construção de espaços de memória; 2) preservação/curadoria; 3) interoperabilidade; 4) novos documentos; 5) acesso; 6) autenticidade.
Como a gestão dos objetos digitais pode garantir o acesso hoje e no futuro? A nossa questão é a gestão. Acessar sem conseguir a significação, não é acesso.
Memória digital. Os repositórios digitais hoje são os responsáveis pelo acesso e segurança digital. Há várias modalidades de repositórios, mas como atribuir confiança a esses repositórios? As bibliotecas, os arquivos e os museus são confiáveis, mas as informações digitais, as quais são menos tangíveis, como construir essa confiança? Portanto, não é preciso pensar o acesso sem se pensar o usuário, e a Biblioteconomia tem muito a nos ensinar, pois a gente pouco pensa no usuário. Portanto, o objeto digital é visualizado de diferentes maneiras pela Arquivologia, pela Biblioteconomia e pela Museologia. Exemplos de sites que fazem buscas em todos os repositórios da Europa: DRIVER; e no Canadá: CARLABRC.
Além dessas palestras, na parte da tarde tivemos a apresentação dos seguintes trabalhos, os quais não vou relatar aqui porque estarão nos anais do congresso:
1) O acesso livre à produção acadêmica científica: um estudo de caso sobre a avaliação da usabilidade do Repositório Institucional da Universidade Federal da Bahia. (Gleíse Brandão e Keyla Sousa).
2) O documento arquivístico digital: uma visão jurídica para a Arquivologia. (Leandro Negreiros).
3) A digitalização do acervo bibliográfico Arivaldo Silveira Fontes. (Martha Nunes e Larissa Santos).
4) Revista Ágora: estudo de caso do processo de gestão de documentos em repositório digital OJS/SEER. (Leolíbia Linden e Suéllem Silva).
5) Acervo documental fotográfico do INPE: projeto galeria de fotos. (Marciana Leite Ribeiro).
6) Análise e especificação de requisitos no uso do software livre Ica-Atom. (Bruna Paim e Daniel Flores).
7) Considerações acerca do valor probatório do documento arquivístico digital. (Gracielle Gomes e Wellington Carvalho).
É isso! Agora vou tentar descansar para a maratona de amanhã. Aguardem as novidades.

XVII Congresso Brasileiro de Arquivologia- 1° dia. 18/06

Hoje, 18 de junho de 2012, foi o primeiro dia do XVII Congresso Brasileiro de Arquivologia. Iniciamente, percebemos o quanto esta área é pequena em contingente profissional, haja vista, no congresso, ter mais ou menos 100 ou 120 pessoas e isso estou aumentando um pouco para não ser injusta.
Neste primeiro dia, a minha maior intenção era participar da Reunião do Fórum de Ensino e Pesquisa em Arquivologia, a qual teve lugar no Arquivo Nacional do Rio de Janeiro.  Ao chegarmos no Arquivo Nacional, logo encontramos uma placa e um grupo de três profissionais do arquivo que estavam paralisados, hoje, para conseguir melhores condições de trabalho e salário. A reunião, marcada para ter inicio às 9h30, teve inicio às 10h30.
Na reunião, falou-se da criação dos Cursos de Pós-Graduação Strictu Sensu em Arquivologia e que já está bem organizado pelos arquivistas. Além disso, buscam a criação de uma entidade nacional de ensino e pesquisa em Arquivologia, nos moldes da ABECIN, o que nos fez perceber, até mesmo pelos discursos dos profissionais da área, que eles não se consideram Ciência da Informação e que a Biblioteconomia e a Ciência da Informação são a mesma área de conhecimento. Outra questão colocada foi a criação de um GT de harmonização curricular- “antecedentes, situação atual e perspectivas”.
A III REPARQ- 3° Reunião de Ensino e Pesquisa em Arquivologia ocorrerá no segundo semestre de 2013. Citou-se a necessidade da criação da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Arquivologia. Esta, envolve a formação na área e a inserção em demandas políticas, além da criação de vários eixos para o ensino e a pesquisa em Arquivologia. Portanto, as Associações Profissionais são fundamentais, mas não anulam as associações de ensino. Além disso, visam à criação de um GT para propor uma nova lei do arquivo e um novo Conarq. Além disso, a Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Arquivologia vai tratar do ensino e da pesquisa especificamente, além de conseguir respeitabilidade para a Arquivologia.
Há 16 cursos de Arquivologia no Brasil e busca-se: 1) harmonização para o contexto da mobilidade acadêmica; 2) revisão curricular; 3) desenvolver metodologias para elaboração de currículos, a fim de se construir um perfil mínimo que possa servir de base para as revisões curriculares em desenvolvimento e futuras; 4) ver qual é o núcleo duro e considerar as especificidades e os núcleos de formação específicas e complementares.
Ver a integração entre Biblioteconomia e Arquivologia (esta é a fala de um dos professores) levando em conta: O núcleo comum: 1) Fundamentos Teóricos da Informação; 2) Organização da Informação; 3) Políticas Informacionais; 4) Gestão de Unidades de Informação; 5) Preservação; 6) Aspectos Legais dos Processos Informacionais; 7) Serviços de Referência e Informação; 8) Ação Cultural em Unidades de Informação. Este núcleo-comum é baseado no documento-base da UNESCO. O diálogo entre a Biblioteconomia e a Arquivologia é importante.
Vão iniciar o Mestrado em Arquivologia, na UNB, o qual já está aprovado, em formato strictu sensu e o canal já foi aberto na CAPES.  Caso a CAPES não aceitasse o Mestrado em Arquivologia, na grande área da Ciência da Informação, eles passariam a proposta para ser aceita na área Interdisciplinar. O curso começa em agosto e se chama “Mestrado em Gestão de Documentos e Arquivos”.
A Arquivologia não tem a cultura da pós-graduação na área, e o mestrado terá três grandes disciplinas: Metodologia da Pesquisa em Arquivologia; Perspectivas da Arquivologia Contemporânea e Arquivologia e Gestão.
Na UNESP se fez a revisão da matriz curricular da Arquivologia. Eles têm cinco linhas de pesquisa na graduação e três na pós-graduação e querem uma linha para Arquivologia na Pós-Graduação em Ciência da Informação. O crescimento da Arquivologia na UNESP é dialogar com a CI. O TCC deles é tanto para formar o pesquisador, quanto para fazer projetos para o mercado.
Os programas de Pós-em CI podem dialogar mais com os cursos de Museologia e de Arquivologia, mas as especificidades dessas duas áreas não aparecem na descrição das linhas de pesquisa dos mestrados e doutorados em CI. Nesse sentido,  afirmou-se que o debate político existe, mas que falta o debate epistemológico. Portanto, é necessário que a Arquivologia tenha bastante produção científica, como a Biblioteconomia, a fim de ter força de produção e lutar para deixar de ser área subordinada à CI. Cada uma- Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia- deve ter seus eventos, suas pesquisas na graduação e na pós-graduação, pois a Ciência da Informação “não nos representa” (fala de um dos participantes) e no ENANCIB não se discute Arquivologia.
NECESSIDADES:
1) Fazer o balanço da LDB; 2) Estudar as Diretrizes Curriculares Nacional para a Arquivologia; 3) Elaborar estudos comparativos dos currículos de Arquivologia; 4) Definir equivalências entre disciplinas (denominação, ementa e carga horária); 5) Esboçar um perfil mínimo de currículo; 6) Precisa de mais projetos de pesquisa para a harmonização curricular e cotejar isso no âmbito das Diretrizes Curriculares Nacional; 7) trabalhar bem o tronco comum entre as 3 áreas; 8) tronco comum de dois anos; 8) vê o que é específico a partir das DCN’s.
Quais as habilidades e competências para o arquivista hoje? Como isso se expressa na LDB, na Lei de Regulamentação das profissões e nas diretrizes curriculares do MEC? Como elas podem definir o núcleo duro da Arquivologia. Isso deve ser olhado na perspectiva da universidade e não do mercado.
Analisar as 16 escolas com as ementas e chegar num quadro de equivalências com denominações de disciplinas. Colocar ementas com carga horária- essa é uma demanda de pesquisa (fala de um professor da UFMG).
Nossa conclusão: Shakespeare explica melhor: “Ser ou não ser!”…
Uma coisa é certa: a pesquisa mote do momento é a educação dos profissionais da informação.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Órgãos e Entidades de Classe da Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia

As três irmãs, como afirma a professora Smit, possuem seus órgãos e entidades de classe, quais sejam:

ARQUIVOLOGIA:

SINARQUIVO- Sindicato Nacional dos Arquivistas e Técnicos de Arquivos
http://sinarquivo.ning.com/

AAB- Associação dos Arquivistas Brasileiros
http://www.aab.org.br/
Esta entidade promove o Congrasso Brasileiro de Arquivologia
 
Conarq- Conselho Nacional de Arquivos
http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm



BIBLIOTECONOMIA

CFB- Conselho Federal de Biblioteconomia
http://www.cfb.org.br/

O Sistema CFB/CRB é composto pelo Conselho Federal, pelos 15 Conselhos Regionais de Biblioteconomia e pelas 12 delegacias. O Conselho Federal de Biblioteconomia, com sede em Brasília-DF, é o coordenador do Sistema.

CRB- Conselho Regional de Biblioteconomia
Dividido em:
Conselho Regional de Biblioteconomia – 1ª Região (GO, MT, MS, DF)
Conselho Regional de Biblioteconomia- 2ª Região (PA, AP, TO)

Conselho Regional de Biblioteconomia – 3ª Região (CE, PI)


MUSEOLOGIA

Conselho Federal de Museologia
http://cofem.org.br/?page_id=50

Links interessantes da Museologia:
IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus
Sistema Brasileiro de Museus
Conselho Internacional de Museus – Brasil (ICOM-BR)
Conselho Regional de Museologia 1a Região
Conselho Regional de Museologia 3a Região
Conselho Regional de Museologia 4a Região
Associação Brasileira de Museologia




Lista dos Cursos de Museologia no Brasil (14)

A Maioria continua sendo em Universidades Públicas. As regiões Nordeste e Sul concentram a maioria dos Cursos de Arquivologia do Brasil.

Região Centro-Oeste (2)
  • UFG
  • UnB
Região Nordeste (4)
  • UFBA
  • UFPE
  • UFS
  • UFRB
Região Norte (1)
  • UFPA
Região Sudeste (3)
  • UFMG
  • UFOP
  • UNIRIO
Região Sul (4)
  • UFPEL
  • UFRGS
  • UFSC
  • FEBAVE

Lista dos Cursos de Arquivologia do Brasil (16)

Cursos de Arquivologia no Brasil

 Universidade Federal de Santa Maria - UFSM
 http://w3.ufsm.br/arquivologia/
Universidade Federal Fluminense - UFF
http://www.uff.br/iacs/
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO
http://www.unirio.br/arquivologia/
Universidade de Brasília - UNB
http://www.cid.unb.br/
 
Universidade Federal da Bahia - UFBA
http://www.ici.ufba.br/
Universidade Estadual de Londrina - UEL
http://www.uel.br/ceca/cin/
Universidade Federal do Espírito Santo - UFES 
http://www.ccje.ufes.br/dci/
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
http://www.ufrgs.br/fabico/
Universidade Estadual Paulista - UNESP/MARÍLIA
http://www.marilia.unesp.br/
Universidade Estadual da Paraíba - UEPB
http://www.uepb.edu.br
Universidade Federal do Rio Grande - FURG
http://www.ichi.furg.br/
Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
http://www.eci.ufmg.br/
Universidade Federal do Maranhão - UFMA
http://www.ufma.br/
Universidade Federal da Paraíba - UFPB 
http://dci.ccsa.ufpb.br
Universidade Federal Santa Catarina - UFSC
http://arquivologia.ufsc.br/
Universidade Federal do Amazonas - UFAM
http://portal.ufam.edu.br/





















Fonte: CONARQ
Dusponível em: http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=183&sid=65







quinta-feira, 14 de junho de 2012

La Biblioteca de Babel- Jorge Luis Borges

       El universo (que otros llaman la Biblioteca) se compone de un número indefinido, y tal vez infinito, de galerías hexagonales, con vastos pozos de ventilación en el medio, cercados por barandas bajísimas. Desde cualquier hexágono se ven los pisos inferiores y superiores: interminablemente. La distribución de las galerías es invariable. Veinte anaqueles, a cinco largos anaqueles por lado, cubren todos los lados menos dos; su altura, que es la de los pisos, excede apenas la de un bibliotecario normal. Una de las caras libres da a un angosto zaguán, que desemboca en otra galería, idéntica a la primera y a todas. A izquierda y a derecha del zaguán hay dos gabinetes minúsculos. Uno permite dormir de pie; otro, satisfacer las necesidades finales.  
      Por ahí pasa la escalera espiral, que se abisma y se eleva hacia lo remoto. En el zaguán hay un espejo, que fielmente duplica las apariencias. Los hombres suelen inferir de ese espejo que la Biblioteca no es infinita (si lo fuera realmente ¿a qué esa duplicación ilusoria?); yo prefiero soñar que las superficies bruñidas figuran y prometen el infinito... La luz procede de unas frutas esféricas que llevan el nombre de lámparas. Hay dos en cada hexágono: transversales. La luz que emiten es insuficiente, incesante.
      Como todos los hombres de la Biblioteca, he viajado en mi juventud; he peregrinado en busca de un libro, acaso del catálogo de catálogos; ahora que mis ojos casi no pueden descifrar lo que escribo, me preparo a morir a unas pocas leguas del hexágono en que nací. Muerto, no faltarán manos piadosas que me tiren por la baranda; mi sepultura será el aire insondable; mi cuerpo se hundirá largamente y se corromperá y disolverá en el viento engendrado por la caída, que es infinita. Yo afirmo que la Biblioteca es interminable.       
      Los idealistas arguyen que las salas hexagonales son una forma necesaria del espacio absoluto o, por lo menos, de nuestra intuición del espacio. Razonan que es inconcebible una sala triangular o pentagonal. (Los místicos pretenden que el éxtasis les revela una cámara circular con un gran libro circular de lomo continuo, que da toda la vuelta de las paredes; pero su testimonio es sospechoso; sus palabras, oscuras. Ese libro cíclico es Dios.) Básteme, por ahora, repetir el dictamen clásico: La Biblioteca es una esfera cuyo centro cabal es cualquier hexágono, cuya circunferencia es inaccesible.
      A cada uno de los muros de cada hexágono corresponden cinco anaqueles; cada anaquel encierra treinta y dos libros de formato uniforme; cada libro es de cuatrocientas diez páginas; cada página, de cuarenta renglones; cada renglón, de unas ochenta letras de color negro. También hay letras en el dorso de cada libro; esas letras no indican o prefiguran lo que dirán las páginas. Sé que esa inconexión, alguna vez, pareció misteriosa. Antes de resumir la solución (cuyo descubrimiento, a pesar de sus trágicas proyecciones, es quizá el hecho capital de la historia) quiero rememorar algunos axiomas.
      El primero: La Biblioteca existe ab aeterno. De esa verdad cuyo colorario inmediato es la eternidad futura del mundo, ninguna mente razonable puede dudar. El hombre, el imperfecto bibliotecario, puede ser obra del azar o de los demiurgos malévolos; el universo, con su elegante dotación de anaqueles, de tomos enigmáticos, de infatigables escaleras para el viajero y de letrinas para el bibliotecario sentado, sólo puede ser obra de un dios. Para percibir la distancia que hay entre lo divino y lo humano, basta comparar
estos rudos símbolos trémulos que mi falible mano garabatea en la tapa de un libro, con las letras orgánicas del interior: puntuales, delicadas, negrísimas, inimitablemente simétricas.
      El segundo: El número de símbolos ortográficos es veinticinco. Esa comprobación permitió, hace trescientos años, formular una teoría general de la Biblioteca y resolver satisfactoriamente el problema que ninguna conjetura había descifrado: la naturaleza informe y caótica de casi todos los libros. Uno, que mi padre vio en un hexágono del circuito quince noventa y cuatro, constaba de las letras MCV perversamente repetidas desde el renglón primero hasta el último. Otro (muy consultado en esta zona) es un mero laberinto de letras, pero la página penúltima dice «Oh tiempo tus pirámides». Ya se sabe: por una línea razonable o una recta noticia hay leguas de insensatas cacofonías, de fárragos verbales y de incoherencias. (Yo sé de una región cerril cuyos bibliotecarios repudian la supersticiosa y vana costumbre de buscar sentido en los libros y la equiparan a la de buscarlo en los sueños o en las líneas caóticas de la mano... Admiten que los inventores de la escritura imitaron los veinticinco símbolos naturales, pero sostienen que esa aplicación es casual y que los libros nada significan en sí. Ese dictamen, ya veremos no es del todo falaz.)
      Durante mucho tiempo se creyó que esos libros impenetrables correspondían a lenguas pretéritas o remotas. Es verdad que los hombres más antiguos, los primeros bibliotecarios, usaban un lenguaje asaz diferente del que hablamos ahora; es verdad que unas millas a la derecha la lengua es dialectal y que noventa pisos más arriba, es incomprensible. Todo eso, lo repito, es verdad, pero cuatrocientas diez páginas de inalterables MCV no pueden corresponder a ningún idioma, por dialectal o rudimentario que sea. Algunos insinuaron que cada letra podía influir en la subsiguiente y que el valor de MCV en la tercera línea de la página 71 no era el que puede tener la misma serie en otra posición de otra página, pero esa vaga tesis no prosperó. Otros pensaron en criptografías; universalmente esa conjetura ha sido aceptada, aunque no en el sentido en que la formularon sus inventores.
      Hace quinientos años, el jefe de un hexágono superior dio con un libro tan confuso como los otros, pero que tenía casi dos hojas de líneas homogéneas. Mostró su hallazgo a un descifrador ambulante, que le dijo que estaban redactadas en portugués; otros le dijeron que en yiddish. Antes de un siglo pudo establecerse el idioma: un dialecto samoyedo-lituano del guaraní, con inflexiones de árabe clásico. También se descifró el contenido: nociones de análisis combinatorio, ilustradas por ejemplos de variaciones con repetición ilimitada. Esos ejemplos permitieron que un bibliotecario de genio descubriera la ley fundamental de la Biblioteca. Este pensador observó que todos los libros, por diversos que sean, constan de elementos iguales: el espacio, el punto, la coma, las veintidós letras del alfabeto. También alegó un hecho que todos los viajeros han confirmado: No hay en la vasta Biblioteca, dos libros idénticos. De esas premisas incontrovertibles dedujo que la Biblioteca es total y que sus anaqueles registran todas las posibles combinaciones de los veintitantos símbolos ortográficos (número, aunque vastísimo, no infinito) o sea todo lo que es dable expresar: en todos los idiomas. Todo: la historia minuciosa del porvenir, las autobiografías de los arcángeles, el catálogo fiel de la Biblioteca, miles y miles de catálogos falsos, la demostración de la falacia de esos catálogos, la demostración de la falacia del catálogo verdadero, el evangelio gnóstico de Basilides, el comentario de ese evangelio, el comentario del comentario de ese evangelio, la relación verídica de tu muerte, la versión de cada libro a todas las lenguas, las interpolaciones de cada libro en todos los libros, el tratado que Beda pudo escribir (y no escribió) sobre la mitología de los sajones, los libros perdidos de Tácito.
      Cuando se proclamó que la Biblioteca abarcaba todos los libros, la primera impresión fue de extravagante felicidad. Todos los hombres se sintieron señores de un tesoro intacto y secreto. No había problema personal o mundial cuya elocuente solución no existiera: en algún hexágono. El universo estaba justificado, el universo bruscamente usurpó las dimensiones ilimitadas de la esperanza. En aquel tiempo se habló mucho de las Vindicaciones: libros de apología y de profecía, que para siempre vindicaban los actos de cada hombre del universo y guardaban arcanos prodigiosos para su porvenir. Miles de codiciosos abandonaron el dulce hexágono natal y se lanzaron escaleras arriba, urgidos por el vano propósito de encontrar su Vindicación. Esos peregrinos disputaban en los corredores estrechos, proferían oscuras maldiciones, se estrangulaban en las escaleras divinas, arrojaban los libros engañosos al fondo de los túneles, morían despeñados por los hombres de regiones remotas. Otros se enloquecieron... Las Vindicaciones existen (yo he visto dos que se refieren a personas del porvenir, a personas acaso no imaginarias) pero los buscadores no recordaban que la posibilidad de que un hombre encuentre la suya, o alguna pérfida variación de la suya, es computable en cero.
      También se esperó entonces la aclaración de los misterios básicos de la humanidad: el origen de la Biblioteca y del tiempo. Es verosímil que esos graves misterios puedan explicarse en palabras: si no basta el lenguaje de los filósofos, la multiforme Biblioteca habrá producido el idioma inaudito que se requiere y los vocabularios y gramáticas de ese idioma. Hace ya cuatro siglos que los hombres fatigan los hexágonos...   
      Hay buscadores oficiales, inquisidores. Yo los he visto en el desempeño de su función: llegan siempre rendidos; hablan de una escalera sin peldaños que casi los mató; hablan de galerías y de escaleras con el bibliotecario; alguna vez, toman el libro más cercano y lo hojean, en busca de palabras infames.  
      Visiblemente, nadie espera descubrir nada.
      A la desaforada esperanza, sucedió, como es natural, una depresión excesiva. La certidumbre de que algún anaquel en algún hexágono encerraba libros preciosos y de que esos libros preciosos eran inaccesibles, pareció casi intolerable. Una secta blasfema sugirió que cesaran las buscas y que todos los hombres barajaran letras y símbolos, hasta construir, mediante un improbable don del azar, esos libros canónicos. Las autoridades se vieron obligadas a promulgar órdenes severas. La secta desapareció, pero en mi niñez he visto hombres viejos que largamente se ocultaban en las letrinas, con unos discos de metal en un cubilete prohibido, y débilmente remedaban el divino desorden.
      Otros, inversamente, creyeron que lo primordial era eliminar las obras inútiles. Invadían los hexágonos, exhibían credenciales no siempre falsas, hojeaban con fastidio un volumen y condenaban anaqueles enteros: a su furor higiénico, ascético, se debe la insensata perdición de millones de libros. Su nombre es execrado, pero quienes deploran los «tesoros» que su frenesí destruyó, negligen dos hechos notorios. Uno: la Biblioteca es tan enorme que toda reducción de origen humano resulta infinitesimal. Otro: cada ejemplar es único, irreemplazable, pero (como la Biblioteca es total) hay siempre varios centenares de miles de facsímiles imperfectos: de obras que no difieren sino por una letra o por una coma. Contra la opinión general, me atrevo a suponer que las consecuencias de las depredaciones cometidas por los Purificadores, han sido exageradas por el horror que esos fanáticos provocaron. Los urgía el delirio de conquistar los libros del Hexágono Carmesí: libros de formato menor que los naturales; omnipotentes, ilustrados y mágicos.
También sabemos de otra superstición de aquel tiempo: la del Hombre del Libro. En algún anaquel de algún hexágono (razonaron los hombres) debe existir un libro que sea la cifra y el compendio perfecto de todos los demás: algún bibliotecario lo ha recorrido y es análogo a un dios. En el lenguaje de esta zona persisten aún vestigios del culto de ese funcionario remoto. Muchos peregrinaron en busca de Él. Durante un siglo fatigaron en vano los más diversos rumbos. ¿Cómo localizar el venerado hexágono secreto que lo hospedaba? Alguien propuso un método regresivo: Para localizar el libro A, consultar previamente un libro B que indique el sitio de A; para localizar el libro B, consultar previamente un libro C, y así hasta lo infinito...      
      En aventuras de ésas, he prodigado y consumido mis años. No me parece inverosímil que en algún anaquel del universo haya un libro total; ruego a los dioses ignorados que un hombre - ¡uno solo, aunque sea, hace miles de años! - lo haya examinado y leído. Si el honor y la sabiduría y la felicidad no son para mí, que sean para otros. Que el cielo exista, aunque mi lugar sea el infierno. Que yo sea ultrajado y aniquilado, pero que en un instante, en un ser, Tu enorme Biblioteca se justifique.
      Afirman los impíos que el disparate es normal en la Biblioteca y que lo razonable (y aun la humilde y pura coherencia) es una casi milagrosa excepción. Hablan (lo sé) de «la Biblioteca febril, cuyos azarosos volúmenes corren el incesante albur de cambiarse en otros y que todo lo afirman, lo niegan y lo confunden como una divinidad que delira». Esas palabras que no sólo denuncian el desorden sino que lo ejemplifican también, notoriamente prueban su gusto pésimo y su desesperada ignorancia. En efecto, la Biblioteca incluye todas las estructuras verbales, todas las variaciones que permiten los veinticinco símbolos ortográficos, pero no un solo disparate absoluto. Inútil observar que el mejor volumen de los muchos hexágonos que administro se titula «Trueno peinado», y otro «El calambre de yeso» y otro «Axaxaxas mlo». Esas proposiciones, a primera vista incoherentes, sin duda son capaces de una justificación criptográfica o alegórica; esa justificación es verbal y, ex hypothesi, ya figura en la Biblioteca. No puedo combinar unos caracteres dhcmrlchtdj que la divina Biblioteca no haya previsto y que en alguna de sus lenguas secretas no encierren un terrible sentido. Nadie puede articular una sílaba que no esté llena de ternuras y de temores; que no sea en alguno de esos lenguajes el nombre poderoso de un dios. Hablar es incurrir en tautologías. Esta epístola inútil y palabrera ya existe en uno de los treinta volúmenes de los cinco anaqueles de uno de los incontables hexágonos, y también su refutación. (Un número n de lenguajes posibles usa el mismo vocabulario; en algunos, el símbolo biblioteca admite la correcta definición ubicuo y perdurable sistema de galerías hexagonales, pero biblioteca es pan o pirámide o cualquier otra cosa, y las siete palabras que la definen tienen otro valor. Tú, que me lees, ¿estás seguro de entender mi lenguaje?).
      La escritura metódica me distrae de la presente condición de los hombres. La certidumbre de que todo está escrito nos anula o nos afantasma. Yo conozco distritos en que los jóvenes se prosternan ante los libros y besan con barbarie las páginas, pero no saben descifrar una sola letra. Las epidemias, las discordias heréticas, las peregrinaciones que inevitablemente degeneran en bandolerismo, han diezmado la población.
      Creo haber mencionado los suicidios, cada año más frecuentes. Quizá me engañen la vejez y el temor, pero sospecho que la especie humana - la única - está por extinguirse y que la
Biblioteca perdurará: iluminada, solitaria, infinita, perfectamente inmóvil, armada de volúmenes preciosos, inútil, incorruptible, secreta.
      Acabo de escribir infinita. No he interpolado ese adjetivo por una costumbre retórica; digo que no es ilógico pensar que el mundo es infinito. Quienes lo juzgan limitado, postulan que en lugares remotos los corredores y escaleras y hexágonos pueden inconcebiblemente cesar, lo cual es absurdo. Quienes la imaginan sin límites, olvidan que los tiene el número posible de libros. Yo me atrevo a insinuar esta solución del antiguo problema: La biblioteca es ilimitada y periódica. Si un eterno viajero la atravesara en cualquier dirección, comprobaría al cabo de los siglos que los mismos volúmenes se repiten en el mismo desorden (que, repetido, sería un orden: el Orden). Mi soledad se alegra con esa elegante esperanza.

Fonte: http://www.fenomec.unam.mx/pablo/probabilidad/babel.pdf

Obstáculos para o ensino superior

11 de Junho de 2012

Carlos Henrique de Brito Cruz *


       O presidente da Capes, Jorge Guimarães, comentou aqui ("O ensino superior no País está crescendo", de 28 de fevereiro) uma análise minha sobre a mudança de tendência na evolução da educação superior no País, a partir de 2005. Com dados anuais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), observei notável redução na taxa de crescimento do número de concluintes após 2005. Guimarães levanta a importância de considerar os concluintes em cursos de ensino a distância (EAD), além dos de cursos tradicionais.
       Bom ponto. Parece-me mais correto, entretanto, considerar o ensino a distância separadamente - pelo fato de ele ser diferente da modalidade presencial. Diferente não é melhor nem pior, significa que atende a uma clientela diferente, com objetivos diferentes. Entre os cursos a distância, há poucos de engenharia e medicina. Nem o Ministério da Educação computa concluintes de EAD junto com os presenciais (o Inep apresenta em tabelas de seções diferentes).Os cursos presenciais demandam infraestrutura predial e laboratorial, investimentos em professores e permanência de estudantes. A adição dos concluintes em EAD, no entanto, não muda a reversão na taxa decrescimento. De 1995 a 2005, o número de concluintes em universidades públicas cresceu 8,3% ao ano. De 2005 a 2010, a variação foi de -0,4% ao ano (-2,2% sem os concluintes de EAD). Houve menos concluintes em 2010, comparado com 2005, mesmo com o EAD.
      O crescimento no ensino privado também perdeu força; no total, juntas entidades públicas e privadas, a taxa de crescimento até 2005 era de 10,9% ao ano e caiu para 6,3% ao ano de 2005 a 2010.Quanto à baixíssima probabilidade (0,7%) de um jovem paulista com ensino médio completo poder cursar uma boa universidade federal em São Paulo, Guimarães menciona realizações importantes, mas ainda insuficientes, como a criação da UFABC. A resposta do MEC ao apontar para as vagas do sistema unificado federalfora de São Paulo basicamente diz aos jovens paulistas: "Vão embora de São Paulo para estudar em outros estados".Ela não satisfaz, dada a dimensão da colaboração do contribuinte paulista com a arrecadação federal. O fato é que o número de concluintes nas universidades federais no estado de SP em 2010 representou apenas 13% dos concluintes nas estaduais paulistas em 2010.
      Na pós-graduação, persiste a queda de crescimento anual. O Plano Nacional de Pós-Graduação da Capes, de 2005, previa em 2010 a titulação de 16.295 doutores. O resultado foi 11,3 mil, 31% abaixo da meta. Por que tudo isso aconteceu? Que políticas precisam ser revisadas para recuperar a taxa de crescimento necessária ao 
desenvolvimento do Brasil?
      Para que o ensino superior se desenvolva em quantidade e qualidade, é essencial aumentar a frequência ao ensinomédio no País, assim como a sua qualidade. Não adianta tapar o sol com a peneira: sem consertar o ensinomédio, o ensino superior - presencial e a distância, público e privado, de graduação e de pós-graduação- enfrentará dificuldades crescentes.
* Carlos Henrique de Brito Cruz é diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp)
e foi reitor da Unicamp.
Fonte: Folha de São Paulo

Bibliotecários no Brasil- Quantos somos?


http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/CFB.png
Fonte: Bibliotecários sem Fronteiras

Bibliotecário e suas várias denominações


Descrição

2612 :: Profissionais da informação

Títulos
2612-05 - Bibliotecário
Biblioteconomista, Bibliógrafo, Cientista de informação, Consultor de informação, Especialista de informação, Gerente de informação, Gestor de informação
2612-10 - Documentalista
Analista de documentação, Especialista de documentação, Gerente de documentação, Supervisor de controle de processos documentais, Supervisor de controle documental, Técnico de documentação, Técnico em suporte de documentação
2612-15 - Analista de Informações (pesquisador de informações de rede)
Pesquisador de informações de rede


Descrição Sumária
Disponibilizam informação em qualquer suporte; gerenciam unidades como bibliotecas, centros de documentação, centros de informação e correlatos, além de redes e sistemas de informação. Tratam tecnicamente e desenvolvem recursos informacionais; disseminam informação com o objetivo de facilitar o acesso e geração do conhecimento; desenvolvem estudos e pesquisas; realizam difusão cultural; desenvolvem ações educativas. Podem prestar serviços de assessoria e consultoria.



Famílias afins
3711 - Técnicos em biblioteconomia










http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/pesquisas/BuscaPorTituloResultado.jsf

Lista dos Cursos de Biblioteconomia do Brasil (46)

Até o momento, no Brasil, são contabilizados 46 cursos superiores de Biblioteconomia e congêneres (aqueles que encerram em seus currículos os conhecimentos da Biblioteconomia) em Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação ou Gestão de Unidades de Informação/Gestão da Informação, que são oferecidos em 21 Estados mais o Distrito Federal. Os Estados de Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins não possuem nenhum curso relativo à Biblioteconomia e congêneres.

Alagoas (1)

Maceió:

Amazonas (1)

Manaus:

Bahia (1)

Salvador

Ceará (2)

Fortaleza:
Juazeiro do Norte:

Distrito Federal (1)

Brasília:

Espírito Santo (1)

Vitória:

Goiás (1)

Goiânia:

Maranhão (1)

São Luís:

Mato Grosso (1)

Cuiabá:

Mato Grosso do Sul (1)

Campo Grande:

Minas Gerais (4)

Belo Horizonte:
Formiga:
Ubá:
Três Corações:

Pará (1)

Belém:

Paraíba (1)

João Pessoa:

Paraná (2)

Londrina:
Curitiba:

Pernambuco (1)

Recife:

Piauí (1)

Teresina:

Rio de Janeiro (4)

Rio de Janeiro:
Niterói:
  • Universidade Federal Fluminense (UFF) - Instituto de Artes e Comunicação Social - Departamento de Ciência da Informação - Curso de Biblioteconomia e Documentação. (desde 1963)

Rio Grande do Norte (1)

Natal:

Rio Grande so Sul (2)

Rio Grande
Porto Alegre

Santa Catarina (2)

Florianópolis:

São Paulo (15)

São Paulo:
Lorena:
Santo André:
Campinas:
Marília:
São Carlos:

Sergipe (2)

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_escolas_de_biblioteconomia 
e http://www.biblioteconomiainteligente.com.br/telaCursosBiblioteconomia.php

Lista dos Cursos de Biblioteconomia da América (27) (Exceto Brasil).

Segue a lista das Escolas de Biblioteconomia, excetuando-se as do Brasil, as quais totalizam 27.
No Brasil temos 46 cursos de Biblioteconomia e congêneres. Portanto, 63,01% dos Cursos de Biblioteconomia da América estão localizados no Brasil.
Fonte: Pesquisa realizada por Marielle de Moraes (2012) -em andamento.

Bolívia
1) Universidad Mayor de San Andres (UMSA)- Licenciatura en Bibliotecología y Ciencias de la Información.


Chile
1) Universidad de Playa Ancha de Ciencias de la Educación (UPA)- Carrera de Bibliotecología;
2) Universidad Tecnológica Metropolitana del Estado de Chile (UTEM)- Escuela de Bibliotecología.

Colômbia
1) Pontificia Universidad Javeriana (JAVERIANA)- Profesional en Ciencia de la Información- Bibliotecólogo.
2)Universidad de Antioquia (UDEA)- Escuela Interamericana de Bibliotecología;
3) Universidad del Quindó- Curso de Ciencia de la Información y la Documentación, Bibliotecología y Archivística;
4) Universidad de la Salle- Sistemas de Información y Documentación- Título profesional- Profesional en Sistemas de Información, Bibliotecología y Archivística.

Cuba
1) Universidad de La Habana (UH)- Departamento de Bibliotecología y Ciencias de la información;

Costa Rica
1) Universidad de Costa Rica- UCR- Escuela de Bibliotecología y Ciencias de la Información (Este curso afirma que é pautado na transdisciplinaridade e é dividido em Bacharelado em Bibliotecología ou Licenciatura en Bibliotecología);
2) Universidad Nacional (Una)- Escuela de Bibliotecología, Documentación e Información. Possui duas ênfases: Bibliotecología pedagógica y Bibliotecología y Documentación;

El Salvador
1) Universidad Panamericana de El Salvador (UPAN)- Licenciatura en Bibliotecología.

Equador

1) Universidad de Guayaquil (UG)- Escuela de Bibliotecología y Archivología.

México
1) Escuela Nacional de Biblioteconomía y Archivonomía (ENBA);
2) Universidad Autónoma de Chiapas (UNACH);
3) Universidad Autónoma del Estado de México (UAEM);
4) Universidad Autónoma de Nuevo Léon (UANL);
5) Universidad Autónoma de San Luis Potosí (UASLP);
6) Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM).

Panamá
1) Universidad de panamá- Escuela de Bibliotecología y Archivología.

Paraguai
1) Universidad Nacional de Asunción (UNA)- Escuela de Bibliotecología.

Guatemala
1) Universidad de San carlos de Guatemala- Escuela de Bibliotecología.

Jamaica
1) The University of the West Indies- Library and Information Studies.

Peru
1) Pontifícia Universidad Católica de Peru- Sección de Bibliotecología y Ciencia de La Información;
2) Universidad Nacional Mayor de San Marcos- Bibliotecología y Ciencias de la Información.

Venezuela
1) Universidad Central de Venezuela- Bibliotecología y Archivonomía;
2) Universidad del Zulia- Escuela de Bibliotecología y Archivología.

Uruguai
1) Escuela Universitária de Bibliotecología y Ciencias Afines.

Fonte: Pesquisa no site das Universidades de todos os países da América.
Autor: Marielle Barros de Moraes (2012).

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Compartilhei do BiblioFilmes Festival


Bibliotecários fazem calendário com fotos inusitadas e doam lucros

Americanos mostram diversidade no calendário 'Homens das Estantes'.
Dinheiro arrecadado com a venda é doado para projeto LGBT.

Do G1, em São Paulo
'Modelo' de janeiro no calendário de bibliotecários (Foto: Divulgação/Men of the Stacks) 
 
'Modelo' de janeiro no calendário de bibliotecários
(Foto: Divulgação/Men of the Stacks)
Bibliotecários americanos lançaram neste mês um calendário de 2012 com fotos inusitadas para mostrar a diversidade da pequena porcentagem de homens na profissão e, de quebra, ajudar um projeto que ajuda jovens homossexuais a enfrentar os geralmente difíceis anos da adolescência.
O texto de introdução no site dos "Homens das Estantes" ("Men of the Stacks", em inglês), como é chamado o calendário, explica com humor o intuito do projeto. "Sabemos que a profissão de bibliotecário nos Estados Unidos é composta por aproximadamente 80% brancos e 72% mulheres; e sabemos que dezenas de milhares de bibliotecários devem passar nos 65 nos próximos cinco anos. Também sabemos que esses não somos nós."
Segundo o site, o dinheiro arrecadado com a venda de calendários será todo revestido para o projeto LGBT "It Gets Better", que ajuda jovens homossexuais, bissexuais ou transgêneros a superar os anos da adolescência.
Abaixo de cada uma das 12 fotos, o site dá uma descrição dos bibliotecários retratados e abre espaço para comentários - a maioria de mulheres, que parecem dar apoio total à iniciativa.

Fonte:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/09/bibliotecarios-fazem-calendario-com-fotos-inusitadas-e-doam-lucros.html


29/09/2011 18h32 - Atualizado em 29/09/2011 18h32

Profissão cresceu e apareceu: livros são coisas do passado

Blogs na área de Biblioteconomia e Ciência da Informação

Blogs na Área de Biblioteconomia e Ciência da Informação



Segue sugestões de alguns Blogs Interessantes na área de Biblioteconomia e Ciência da Informação



























Blog Bibliotecários 2.0


Blog  (desligue a TV e) vá ler um livro


Blog Na era da Informação


Blog Só para Bibliotecários


Blog da Audiodescrição 


Blog Bibliotecarios Anónimos


Blog Aldobarreto's Blog


Blog Bibliotecno


Blog Biblioteca da ECA

Blog da Rede Sirius: Cientistas da Informação

Livros e Afins

Blog Caçadores de biblioecas

Blog Jonathas Carvalho

Blog SuperDaHora

Blog BibliotecAtiva


Blog Livro e arte

Blog do Galeno

Blog Biblioteconomia e Patrimônio

Blog Bibliotecas escolares e web 2.0

Blog Libraries and Social Media - Bibliotecas y Social Media 

Blog UNIVERSIDICAS BLOG

Blog Bisbliotando

 Bolg InfoTecarios 



http://anawanessabbastos.blogspot.com.br/

Matérias/Artigos sobre Blogs da Biblioteconomia

BLOGS DA BIBLIOTECONOMIA: NOVO POTENCIAL PARA A ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL
http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=480

Blogroll dos Blogs de Biblioteconomia brasileiros
http://bsf.org.br/2010/09/28/blogroll-dos-blogs-de-biblioteconomia-brasileiros/


http://ufpa.br/biblio/02/index.php?option=com_content&view=article&id=55


Compartilhado do blog de Ana Wanessa Bastos
http://anawanessabbastos.blogspot.com.br/2011/10/blogs-na-area-de-biblioteconomia-e.html
 

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