Blog sobre Biblioteconomia e Ciência da Informação e áreas afins.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Curso: "Como Pesquisar o órgão produtor e sua tipologia documental
Nos dias 26 e 27 de julho de 2012 fiz a oficina "Como pesquisa o órgão produtor e sua tipologia documental", com a Profa. Ana Célia Rodrigues, no Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
O curso versou sobre a arquivísitca e a pesquisa científica, da natureza da atividade investigativa do arquivista e da necessidade de normalização dos procedimentos arquivísticos. Neste momento, a professora falou que o arquivista é um profissional pesquisador, por excelência.
Dentro dos documentos há uma informação que é arquivística. Essa infromação pode ser: ostensiva (aberta), secreta ou reservada.
Diplomática é uma disciplina do século XVII e seus princípios são válidos até hoje. Ela usa a identificação para reconhecer os documentos. Depois foi criado um grupo de trabalho para identificar documentos. Surge no contexto da da guerra da igreja. Nasceu dentro do Direito Patrimonial e depois passa a ser não apenas uma ciência em si, mas uma ciência auxiliar da História.
A série documental é objeto da arquivística e é parte da estrutura documental. Os estudos das tipologias documentais devem ser feitos dentro do órgão produtor. O arquivista não pode sair alterando tudo.
A identificação é a primeira fase do procedimento arquivístico. Fase do tratamento arquivístico que consiste na investigação e sistematização das categorias administrativas e arquivísticas em que se sustenta a estrutura de um fundo (DICIONÁRIO DE TERMINOLOGIA ARQUIVÍSITCA, 1993).
Com a lei de acesso à informação se tornou necessário inserir no formulário o grau de sigilo dos documentos.
Do órgão produtor, depois se gera o plano de classificação, depois a tabela de temporalidade. A identificação é onde se pesquisa o órgão produtor. O primeiro instrumento que o arquivo tem que fazer é o inventário, descrever as séries. Nem todas as séries documentais merecem ser catalogadas.
"O arquivista é um investigador por ofício, mas não um investigadr de qualquer assunto" (Pedro López Gomez, 1998).
Dentre outras discussões, estas foram as que mais conseguimos extrair dos dois dias de curso. Claro que não dão conta de toda a realidade arquivística, uma vez que este é um curso de quatro anos em nível de graduação.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Postagens populares
-
Compartilhado do perfil FEBAB no Facebook.
-
As três irmãs, como afirma a professora Smit, possuem seus órgãos e entidades de classe, quais sejam: ARQUIVOLOGIA: SINARQUIVO- Sindica...
-
Dia da apresentação do meu trabalho. A semana parece ter servido para me deixar em crise identitária com tantos prós e contras, com tantos ...
-
Hoje, 19/06/2012 comecei a acostumar-me com a dinâmica do Rio de Janeiro. Estar um pouco distante (a 20 minutos) do local do evento tem ...
-
Hoje, 20 de junho de 2012, foi o terceiro dia do Congresso Brasileiro de Arquivologia. Tivemos várias palestras interessantes, mas gostaria...
-
Hoje, acordei não tão cedo. Já estou ficando cansada. Gostaria que as discussões avançassem mais, ou pelo menos além da defesa territorial ...
-
Nos dias 26 e 27 de julho de 2012 fiz a oficina "Como pesquisa o órgão produtor e sua tipologia documental", com a Profa. Ana Céli...
-
Hoje, 18 de junho de 2012, foi o primeiro dia do XVII Congresso Brasileiro de Arquivologia. Iniciamente, percebemos o quanto esta área é p...
-
Até o momento, no Brasil, são contabilizados 46 cursos superiores de Biblioteconomia e congêneres (aqueles que encerram em seus currículos o...
Nenhum comentário:
Postar um comentário